Contos eróticos
Minha mãe sabe que transo com meu pai

Minha mãe sabe que transo com meu pai. Estava no colégio quando minha vó materna pediu pra uma das minhas tias ir me buscar. Fiquei apavorada já imaginando que algo de ruim tinha acontecido. Ninguém queria me contar mais do que, que minha mãe e meu pai brigaram e ela teve que fugir dele com medo de ser agredida. Estranho, pois meu pai era uma pessoa calma e bastante equilibrada. Também não me quiseram deixar ir até lá com medo dele fazer algum mal pra mim. Por minha insistência, no dia seguinte acabaram me contando a verdade. Meu pai que andava desconfiando da minha mãe, instalou uma pequena filmadora no quarto e flagrou minha mãe na cama com um rapaz… Parecia ser um entregador de um supermercado onde ela costumava fazer compras. Muito descontrolado, meu pai deu algumas bofetadas na minha mãe que os vizinhos tiveram que intervir… Foi quando ele gritou que ia matá-la e ela fugiu. Parece que meu pai já tinha ligado pra minha vó querendo saber da minha mãe. Quando fiquei sozinha, peguei o celular e liguei pra ele.
– O que está acontecendo pai?…
– Nada filha… Apenas um pequeno desentendimento entre eu e sua mãe… Você sabe onde ela está?…
Minha vó já tinha dito pra ele que eu estava com ela.
– Não pai… Não sei!…
Quando eu disse que queria volta pra casa, ele mesmo me pediu pra ficar uns dias com minha vó até a poeira baixar.
– Mas não faz nada com a mãe não, tá?…
– Claro filha… Só fiquei um pouco nervoso.
No dia seguinte fui com minha tia até em casa pra pegar algumas roupas. Comecei a imaginar a situação do meu pai, com todos os vizinhos sabendo de tudo o que tinha acontecido. Passou uma semana, uma colega que era nossa vizinha, me ligou pra me informar que meu pai andava chegando bêbado praticamente todos os dias, e que, naquele momento ele estava na varanda da nossa casa parecendo que não estava conseguindo entrar na casa… Meu pai não tinha costume de beber, além de alguns tragos de cachaça que dizia que era pra abrir o apetite. Eram umas sete horas da noite, falei pra minha vó que ia dar uma volta no shopping e que não ia demorar. Peguei o ônibus e em 10 minutos desci em frente a minha casa, encontrando meu pai sentado roncando em uma cadeira de balanço que ficava na varanda. Abri a porta com minha chave e comecei a sacudi-lo:
– Pai! pai! Levanta!…
– Hammm? Hammm? O que foi? O que foi?…
Ele estava tão bêbado que tinha dificuldade de levantar da cadeira. Fui ajudando e ele me olhando, com voz nitidamente de bêbado.
– Dalva; cadê sua mãe?…
– Não sei pai… Não sei!…
Com muito dificuldade consegui fazer com que ele chegasse até o seu quarto. Fui ajudando ele a tirar a camisa.
– Vai tomar um banho pai… Vai!…
– Tá! Tá! Eu vou!…
– Termina de tirar a roupa e entra lá no banheiro; vou deixar o chuveiro aberto.
Ele resmungou mais algumas palavras e começou a tirar o cinto. Corri até o banheiro (suite) e abri o chuveiro. Passei pelo meu pai e o vi com muito dificuldade acabando de tirar a calça. Fiquei pelo lado de fora do quarto por uns cinco minutos tentando ouvir alguma coisa… Só o barulho da água caindo. Achando estranho fui dar uma olhada e acabei vendo meu pai pelado e deitado de costas sobre a cama, roncando. Me aproximei e fiquei olhando pro seu pinto. Mesmo um pouco constrangida comecei a sacudi-lo.
– Pai! Pai! Pai! Acorda!…
Ele só resmungava e continuava a roncar. Não sei o que passou pela minha cabeça, que acabei pegando no seu pinto e comecei a examinar olhando todos os lados… Mesmo mole devia ter uns 15 cm e era bem roliço com uma cabeça grande que parecia um cogumelo avermelhado. Olhando um banquinho de madeira num canto tive uma idéia. Coloquei o banquinho dentro do box do chuveiro e voltei puxando-o pelo braço até ele ficar sentado… Ainda bem que ele era magro.
– Vamos pai… Eu ajudo você chegar até o banheiro.
– Tá! Tá! Tá bom!…
Acho que ele mesmo bêbado percebeu que algo estava estranho.
– Dalva, o que está acontecendo?…
– Você bebeu muito pai… Precisa tomar um banho pra melhorar.
Consegui fazer ele ficar de pé, e com o meu apoio e ele também apoiando no guarda roupa consegui levá-lo até o box e fazer com que ele sentasse no banquinho. Quando a água bateu na sua cabeça e foi descendo pelo seu corpo, ele tremeu todo.
– Aaaaaaaah! Aaaaaaah!…
Eu tentando não me molhar, fiquei pelo lado de fora segurando-o pelo braço pra ele não cair pro lado. Logo ele começou a reagir esfregando aos mãos no rosto… A água estava fazendo ele voltar à realidade aos poucos. Ele voltou a me olhar assustado.
– Calma pai, calma! Agora termina o banho que eu vou esperar lá na sala.
Fiquei uns 20 minutos até ouvir ele me chamando no quarto. Entrei vendo que ele estava sentado na cama com uma toalha grande enrolada na cintura.
– Tá melhor pai?…
– Acho que sim!…
– Agora deita que eu vou voltar pra casa da vó.
– Te dei trabalho, né filha?…
– Tá tudo bem pai… Só queria que você não bebesse tanto!…
– Pode deixar que eu não vou beber mais!…
No dia seguinte, estava indo pro colégio quando meu celular tocou… Era o meu pai. Parei:
– Oi filha!…
– Oi pai… Está tudo bem?…
– Tá sim… Só queria lhe agradecer por ontem!…
– Não precisa agradecer pai… Só quero ver você bem!…
– Não contou pra sua vó o que aconteceu, né?…
– Não pai… Não contei!…
– Ainda bem… Ninguém ia entender de você ter me visto daquele jeito.
– Bêbado?…
– Também pelado, né filha?… Fico constrangido só de lembrar disso!…
– Bobo!… Já não sou nenhuma criança!…
– Um beijo filha!…
– Um beijo pai!…

Voltei a caminhar lembrando de como fiquei segurando o pinto do meu pai. Do meu namoradinho, duro não chegava nem no tamanho do meu pai com ele mole. Comecei a rir sozinha. Estava com o meu primeiro namorado e já gostava de uma boa sacanagem… Senti minha xoxota latejando por causa dos meus pensamentos. Alguns dias depois, fiz meu pai ir até a casa da minha vó pra explicar que ele não tinha nenhuma intenção de fazer mal pra minha mãe e que tudo não passou de um momento de fúria em que ele perdeu a cabeça. Fui com ele até o seu carro e sentei um pouco no lado do carona.
– E você pai… Parou de beber mesmo?
Ele rindo.
– Acho que vou beber só pra ligar pra você ir me dar banho!
– Bobo!…
– Tô brincando filha… Pode ter certeza que não vai precisar de você me dar banho novamente… Kkkkkkkk!…
Eu também rindo.
– Se for preciso eu dou, ué!…
– É mesmo filha?
– É pai… Se precisar é só me chamar!…
– Olha que eu chamo hein?…
Eu me lembrando do seu pinto.
– Só não pode ser bêbado… Você é muito pesado!…
Rimos mais um pouco e dei-lhe um beijo antes de sair do carro.
– Passa lá em casa pra me ver.
– Tá pai… Pode deixar que eu vou!…
Meu pai tinha apenas 37 anos e estava passando por uma barra bem pesada por causa da minha mãe… Sabia que eu tinha que ajudá-lo a superar aqueles momentos. No sábado, saí da casa da minha avó já explicando que eu poderia até dormir na casa do meu pai, naquele dia. Entrei e ele ainda não tinha chegado do serviço. Quando ele chegou e me encontrou, me abraçou me levantando no alto e me enchendo de beijos.
– Que saudades filha!…
Era apenas quatro dias que o vi na casa da minha avó. Vou tomar um banho pra gente sentar e colocar nossa conversa em dia. Quase que pedi pra ele deixar lhe ajudar no banho… Mas não quis ser tão atrevida. Na nossa conversa, contei que minha mãe tinha me ligado e que ela parecia estar bem.
– Caramba filha… Tô sentindo muita falta dela.
– Pô pai; mas o que ela fez foi muita sacanagem, né?…
– É filha, foi sim!…
No domingo, acordamos, e depois de tomarmos um café começamos a dar um jeito na casa que estava muito suja. Meu pai é quem fez todo serviço mais pesado, de arrastar moveis e esfregar os azulejos da cozinha e do banheiro. A intenção nossa era de pedir uma pizza por telefone; mas antes disso, ele levantou da cadeira em que estava sentado.
– Deu pra ficar cansado… Mas antes da pizza, temos que tomar banho.
Ele rindo.
– O que você prefere; tomar banho primeiro, tomar depois ou tomar junto comigo?
Levei um susto.
– O quê? Eu pelada na sua frente?
– E o que é que têm? Eu já não fiquei pelado na sua frente?
– Mas é diferente né? Mas se quiser, eu fico conversando com você enquanto toma banho.
– Você não liga de ver o pai pelado?
Era o que eu mais queria.
– Lógico que não!…
Fomos juntos pro banheiro (suite) e fiquei sentada na tampa no vaso vendo meu pai ir tirando sua roupa. Logo que ele foi arriando a calça e a cueca, seu pinto deu um pulo pra frente. Já estava duro e tinha um tamanho absurdo de grande. Ele olhando pra mim que não tirava os olhos do seu pinto.
– Tá tudo bem Dalva?…
– Tá sim pai… Tá tudo bem!…
Eu vendo aquele homão magro com aquele cacetão reto comecei a sentir algo estranho. Eu que só pretendia ver novamente meu pai pelado, passei a desejar segurar aquele pintão cabeçudo.
– Não quer mesmo tomar banho comigo?
– Tenho vergonha de ficar pelada na sua frente.
– Ué… Fica de calcinha e sutiã!…
– Tô sem sutiã!…
– Então, fica só de calcinha!…
Meu coração parecia uma escola de samba. Tirei meu short, e pedindo pro meu pai virar o rosto tirei a camiseta entrando bem rápido dentro do box. Quando ele virou, eu tentava cobrir meus peitos com meus braços. Ele separando meus braços.
– Relaxa filha… Me deixa eu admirar esse seu lindo corpinho.
Apesar de ser bem baixinha, até que eu tinha um corpo bonitinho: Loira, 18 anos, 1,58 m, 48 kg, peitinhos grandes pelo meu tamanho e uma bundinha razoavelmente bonita. Ele ainda segurando meus braços.
– Estou muito orgulhoso de ter uma filha tão linda.
Perguntou se ele podia me ajudar a ensaboar meu corpo e eu permiti. Passou a bucha pelos meus braços, costas e em seguida delicadamente passou nos meus peitinhos e barriga. Ficou de joelhos pra passar nas minhas pernas e nas minhas coxas encostando a mão várias vezes na minha xoxota por cima da calcinha… Parou.
– Deixa tirar sua calcinha, deixa?…
– Mas pai???!!!… Há! Então tira!…
E ele tirou minha calcinha com o rosto a dez centímetros da minha xoxota com ralos pelos pubianos.
– Meu Deus filha… Que coisa mais linda!…
Enquanto ele admirava minha bucetinha, uma das suas mãos estava na minha bunda. Quando ele tornou a ficar de pé, seu pinto fazia até uma curva pra cima de tão duro. Eu tomando coragem.
– Posso botar a mão nele?…
– Claro que pode!…
Que diferença de quando segurei ele mole; parecia ser de ferro e eu sentia pulsando nas minhas mãozinhas… Segurava com as duas.
– Caramba pai; tá muito duro.
– Vamos nos enxugar pra deitar e descansar pelos menos meia hora antes de pedir a pizza?
Eu continuava segurando e já pensava em até dar uns beijinhos… Eu já tinha beijado e chupado algumas vezes a linguicinha do meu namorado. Ele completou.
– Topa da gente deitar sem roupa?…
– Topo!…

Nos enxugamos, e saímos do banheiro indo direto pra cama… O pinto do meu pai não baixava de jeito nenhum. Deitei e ele deitando do meu lado virado pra mim.
– Quer colocar a mão nele de novo?
Voltei a segurar e ele levando a boca no meu peitinho, deu uma chupada no biquinho pra em seguida abocanhar quase todo meu peito.
– Que gostoso pai!…
Quando ele levou o dedo na minha buceta.
– Uuuuuiiii!…
– O que foi?…
– Pensei que você fosse enfiar!…
– Quer que eu enfie o dedo, é?…
– Pode pai… Mas devagar, tá?…
Senti ele dedilhando pra achar a portinha.
– Tem certeza que eu posso enfiar?…
– Vai pai… Enfia! Enfia!…
Só o dedo do meu pai tinha o tamanho do pinto do meu namorado. E ele foi enfiando e lógico que descobrindo que eu não era mais virgem… Mas não comentou nada; só foi enfiando e com tudo dentro começou a mexer levemente como se fosse realmente um pinto me metendo.
– Tá gostando, tá?…
– Tô! Tô! Oh! Oh! Oooooh!…
– Quer que o papai faça você gozar?
– Quero! Quero! Aaaaaah! Aaaaaah! Hummmmmm!!!!!…
Meu corpo tremia como se estivesse recebendo uma descarga elétrica. Meus gemidos foram abafados pela boca do meu pai que começou a me beijar… Quando ele tirou a boca, eu respirando com dificuldade.
– Que isso pai?…
– O que foi?…
– Você me beijou na boca!…
Mesmo depois de eu ter tido meu orgasmo, ele continuava mexendo o dedo dentro da minha buceta.
– Tá filha… Pode deixar que eu não vou mais de beijar.
– Mas eu gostei pai!…
– Ah é?…

Ele me deu mais alguns beijos na boca e depois me pediu pra que eu fizesse com minhas mãos ele também gozar. Já conhecendo o que era uma punheta, sentei do seu lado e utilizando minhas duas mãos comecei a movimentá-las pra cima e pra baixo… Depois minutos depois, parei.
– Ufa! Já tô cansada pai!…
– Já tava quase filha… É só mais um pouquinho!…
Passei a utilizar só uma das mãos, e mesmo sabendo que ele ia estranhar fui reclinando até chegar com a boca, beijar e passar a língua na cabeça do seu pinto… Olhei pro seu rosto pra ver sua reação.
– Nooosssa! Quer fazer isso mais filha?…
Voltei a reclinar meu corpo e fui com mais vontade ainda… Abri bastante minha boca e pra colocar todo aquele cabeção e sugar bem gostoso.
– Isso filha! Vai! Vai! Aaaah! Aaaaah! Não para! Não para!…
De repente senti algo bater lá no fundo da minha garganta… Tirei a boca rapidamente e fiquei olhando o pinto do meu pai ir soltando uma quantidade enorme de porra, lambuçando todo seu pinto e todo seus pentelhos ao redor. Ele deu um pulo da cama e correu pro banheiro. Rapidamente ele voltou e deitando me puxou pra voltar a me beijar.
– Adorei você chupar ele!…
Eu querendo dar uma de inocente.
– Fiz direito pai?…
– Fez filha, foi muito gostoso!…
– Que bom que você gostou!…
Ele voltou a colocar o dedo na minha buceta.
– Vamos pedir a pizza, que mais tarde sou eu que vou dar uma chupadinha aqui, tá bom?…
Abri um enorme sorriso… Ia ser a primeira vez que eu ia levar uma linguada da minha bucetinha. Depois da pizza, voltamos pra cama e foi realmente pra tirar um cochilo… Acordei umas três horas depois.
– Pai?????…
Ele lá de dentro do banheiro.
– Tô aqui filha… Já estou indo.
Ele apareceu, sentou do meu lado e foi puxando meu short.
– Vamos ficar peladinha de novo filha?…

Ele tirou meu short e minha calcinha, e eu tirei rapidamente a camiseta. Quando ele tirou a bermuda seu pau já estava imenso. Como tinha me prometido, subiu na cama e foi direto com o rosto no meio das minhas pernas… Quase morri de felicidade recebendo linguadas no meio da minha racha e forte chupadas nas peles (grelinho) da minha buceta. Tive um orgasmo tão gostoso que achei que ia desmaiar. Ele de joelhos entre minhas pernas que estavam arreganhadas, foi reclinando pra começar a esfregar a cabeça do pau entre meus lábios vaginais. Meu coração voltou a bater forte imaginando aquilo tudo entrando dentro de mim.
– Quer enfiar ele pai?…
– Você deixa?…
– Será que vai doer muito?…
– Acho que não!
– Acho que de quatro é melhor, né pai?…
– É nessa posição que você gosta?
Senti uma certa ironia naquela pergunta, como se quisesse saber se era daquele jeito que eu costumava transar.
– Bobo!…
Fui ficando de joelhos.
– Tô brincando filha… Eu também gosto dessa posição!…
Rapidamente ele colocou seu pau entre os lábios vaginais e fui empurrando lentamente.
– Hhhhhummmmmmm! Há! Há! Háaaaaa!!!!!

Ele percebendo que eu estava aguentando, fui enfiando até seu corpo encostar no meu… Só que eu tinha a sensação de ter sido rasgada ao meio. Mas quando ele começou a bombar, berrei mais do que uma vaca sendo sacrificada… Mas mesmo assim tive um louco orgasmo que durou pelo menos uns dois minutos, até ele tirar e gozar sobre minhas costas. Depois desse dia, revolvi voltar a morar com meu pai e a frequentar sua cama como se fosse sua mulher amante… Já deixava ele até comer minha bundinha, e adorava. Passados uns três meses, minha mãe começou a ligar pro meu pai; e ele, que sentia sua falta, acabou concordando dela voltar pra casa. Fiquei com um pouco de ciúmes, mas, achei melhor ter nossa família unida novamente. Só que pra minha surpresa, meu pai fez com que ela ficasse no meu quarto, e eu a continuar a dormir com ele… Foi essa sua condição pra deixar ela voltar.
– Mas pai; assim ela vai saber o que a gente faz!…
– Mas ela vai ficar de bico calado; caso contrário ela volta pra roça onde ela estava.
Meu pai voltou a também transar com minha mãe, que aceitou numa boa aquela situação e procurava me agradar de todas as maneiras… Somos boas amigas.

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