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Religiosa e esposa de pregador fodendo com patrão e pastor da Igreja

Religiosa e esposa de pregador fodendo com patrão e pastor da Igreja. Hoje, minha vida de casada com Vitor está mil vezes melhor do que alguns anos atrás… Se bem que ainda gosto de enfeitar sua cabeça com um belo par de chifres. Vivendo na roça e sendo assídua frequentadora de um templo religioso, conheci Vitor que iniciava como pastor e com 19 anos aceitei seu pedido de casamento; ele tinha 26. Poucos meses, até hoje não fiquei sabendo o porquê que Vitor foi afastado da igreja e parou de celebrar cultos… Começamos a ter dificuldade financeira pra poder ter pelo menos o básico dentro de casa. Sempre com esperança das coisas melhorarem, passei a usar toda minha simpatia pra conseguir coisas fiado em algumas lojas, no bar e principalmente na quitanda (mercadinho) do português Manuel. Vitor recebeu um pouco de dinheiro como se fosse uma indenização da igreja e resolveu viajar pra outra cidade e tentar conseguir ser pastor em uma congregação diferente. Fiquei sozinha e logo as portas foram fechando pra mim e passei a ter dificuldade pra adquirir as coisas no fiado. Até o Sr. Manuel que vivia se derretendo por mim resolveu cortar meu crédito. Apesar de religiosa sempre soube que tinha um corpão de chamar a atenção: 1,65 mts, 59 kgs, peitos grandes e firmes, uma bunda empinada e um par de coxas roliças que vivia escondendo sob vestidos e saias longas… Como sempre notei que o português vivia me comendo com os olhos, percebi que teria que ser mais flexível pra conseguir alguma coisa dele. Ele que sempre ficava no caixa enquanto um rapazinho seu empregado ia atendendo os fregueses que chegavam, me aproximei fazendo carinha de triste e falando baixo:
– Poxa Sr. Manuel; me vende fiado vai… Eu juro que vou pagar quando o Vitor voltar!
– Oh pá rapariga Letícia… Estais a me dever um bom dinheiro; tu sabes?
Disse que sabia e tornei a prometer que ia lhe pagar até o último centavo… Mas o portuga pão duro resolveu ser duro na queda. Dei uma olhada por todo estabelecimento e vendo que o empregado estava sentado lá na porta e que não havia nenhum freguês, resolvi que tinha que conseguir de qualquer maneira… Levei minha mão por trás do balcão e passei sobre suas pernas acariciando:
– Me ajuda Sr. Manuel… O Sr. sabe que eu gosto muito do Sr.; não sabe?
Ele arregalou os olhos e segurando minha mão colocou-a sobre onde estava seu pinto… Senti o volume dentro da calça mesmo estando mole:
– Oh pá… Se for verdade, podemos começar a conversar sobre o que a rapariga está a precisaire!
Estava entrando uma freguesa e antes dela se aproximar do caixa lancei o melhor sorriso que pude pro portuga:
– Gosto muito Sr. Manuel… Só que eu não posso me expor na frente das outras pessoas.
Paramos de falar até que a freguesa saiu e o rapaz voltou pra porta e sentou na cadeira ficando de costas pra nós. O Portuga pegou minha mão e foi perguntando o que eu estava precisando que ele ia ver o que poderia me arrumar. Nisso, levei um susto quando percebi que ele me fez segurar seu pinto que sem que percebesse tinha colocado pra fora… Tive que continuar segurando e ainda sorrir pra ele. Continuei conversando e resolvi agradar mais passando a mão… Foi aí que começou a minha curiosidade, tive a impressão que o portuga tinha um pau grande e grosso pelo que senti com minha mão. Sem largar, tive que dar um jeito e chegando mais pra trás do balcão olhei a vara do portuga que devia estar medindo aproximadamente uns 25 cms e tinha uma cabeça muito mais grossa do que o restante. Voltei pra minha posição anterior e comecei a punhetar aquela vara dura que mais parecia uma tora… No início estava me achando uma mulher suja, mas, logo estava gostando de segurar aquele pau que senti minha xoxota se contraindo tanto que passou a me incomodar. Fiquei aliviada quando ele pediu pra esperar e saiu rapidamente pro cômodo que ficava atrás da loja… Provavelmente tinha ido acabar de se masturbar. Consegui uma boa quantidade de mantimento e só voltei na quitanda cinco dias depois já sabendo que ia conseguir mais coisas no fiado. Novamente fizemos o mesmo ritual… Segurei seu pau e fui punhetando levemente até que ele falando baixinho sugeriu que eu voltasse minutos antes dele fechar o estabelecimento prometendo me dar de graça uma boa cesta básica. Fui faltando cinco minutos pra ele fechar e tive a preocupação de entrar rapidamente pra que ninguém percebesse… Sr. Manuel já tinha dispensado seu empregado mais cedo. Ele arriou as portas e quando vi baixando as calças me mostrando aquele enorme pinto, meu pensamento já nem era mais pela cesta básica que ia ganhar, estava louca pra experimentar como era ter um pau daquele tamanho e grossura enfiado na buceta. Quem me visse jamais acreditaria que eu era uma religiosa e mulher de um pastor; botei meus peitos pra fora e segurando o pau do portuga fiz ele chupar bastante meus melões até sentir que minha buceta estava bastante molhada.

Tirei minha calcinha e me debruçando sobre umas sacas de batatas levantei minha saia e empinei minha bunda:
– Vem Sr. Manuel… Mete na minha buceta; mete!
Apesar do velho estar beirando os 60, tinha uma pica tão dura que assim que começou a me penetrar tive que segurar pra não gritar muito alto:
– Aaaaiiii! Aaaaiiii! Ai Jesus! Ai Jesus!… Devagar Sr. Manuel; devagar!…
Ele parecia um jumento socando na minha buceta e não demorou pra eu ter um estrondoso e delirante orgasmo… O animal do portuga inundou minha buceta com uma quantidade enorme de porra que vasou escorrendo pelas minhas coxas. O portuga passou a lavar uma pequena cesta básica toda semana em minha casa. Eu sabia que mesmo tomando todo o cuidado, sempre tinha alguém que poderia ver o Sr. Manuel entrando na minha casa… Era o risco que eu tinha que correr pra continuar trepando com aquele homem pauzudo. O Sr. Manuel quando me viu pela primeira vez totalmente pelada:
– Oh caralho… Tu estais a me deixar louco; vais ter tudo que precisares de mim; é só pedires!…


Era simplesmente maravilhoso ter aquele velho tarado me fudendo como seu eu fosse uma égua e ele um garanhão de pau enorme. Mais maravilhoso ainda foi quando ele com aquele seu bigodão chupou minha buceta… Sr. Manuel lambia, chupava e passava o bigode da minha buceta fazendo cosquinhas e me fazendo gozar feito uma vagabunda de zona.
Vitor voltou a celebrar cultos em uma nova igreja e passou a me mandar uma boa quantidade de dinheiro… Paguei todas nossas dívidas pela cidade e já sabendo que ia embora com Vitor passei a não mais me importar das pessoas verem o portuga entrando na minha casa… Mesmo não precisando comprar mais nada fiado, gostava de ficar brincando com a pica gostosa do portuga: beijava, lambia, chupava, punhetava e sentava cavalgando como um louca até gozar e deixar ele gozar tudo que podia dentro da minha buceta.


Meses depois, fui embora pra outra cidade com Vitor e tudo começou a melhorar: casa nova, novos amigos e principalmente novos homens me olhando de forma bastante sugestiva (a maioria pastores).
Mas foi o pastor Walter, que era o mandachuva de toda congregação e obviamente o chefe de Vitor que foi o mais atrevido de todos. Estávamos um grupo de pessoas juntas conversando após um culto quando Walter carinhosamente colocou um braço sobre meus ombros… Conversa vai e conversa vem, todos tão descontraídos senti que a mão do pastor Walter saiu do meu ombro e foi pro meio das minhas costas… Quando senti descendo discretamente procurei nem me mexer e logo sua mão estava na minha bunda dando uma ligeira apalpada numa das minhas nádegas e uma rápida esfregada.
Quando nos encontramos novamente, Walter na maior cara de pau me falou que tinha arrumado um curso de cinco dias pro Vitor fazer em São Paulo e que ele gostaria de me fazer uma visita enquanto estivesse sozinha. Toda dengosa e cheia de sorriso:
– Não fica bem uma mulher honesta e religiosa como eu receber um homem enquanto seu marido não está em casa!
– Ninguém precisa ficar sabendo Letícia… Só gostaria de conversar com você sobre o futuro do Vitor em nossa congregação.
Logo veio o medo dele ser novamente excluído e com muito jeitinho fui perguntando e Walter foi me tranquilizando dizendo que era coisa boa que ele pretendia pro Vitor.
– Então está combinado pastor… Vou ficar esperando o Sr. na minha casa!
Pra não querer ser muito atrevida, no dia vesti uma saia comprida e uma blusa discreta, mas com um pouco de decote que realçava meus seios. Walter chegou, beijou minha mão e em seguida no rosto. Fui pra cozinha dizendo que ia fazer um café e Walter logo apareceu e aproveitando que eu estava de costas me abraçou por trás levando a mão nos meus dois seios… Sabia que a ida dele na minha casa tinha justamente aquelas intenções; fingindo estar surpresa, mas deixando continuar me apalpando:
– Que isso Sr. Walter; sou uma mulher direita e fiel ao meu marido!
Ele me beijando na nuca e levando uma das mãos pra suspender minha saia:
– Olha Letícia… Se for boazinha comigo, vou fazer o Vitor de dar uma vida de rainha!
– Mas isso é pecado Sr. Walter!
– Não é não minha gostosa… Sentir prazer nunca é pecado!…
Nisso minha calcinha já estava nos meus joelhos, me virando passei meus braços pelo seu pescoço:
– Vou confiar no Sr… Só não vou querer magoar nunca meu marido; combinado?
Já estava sentada na pia e ele terminou de tirar minha calcinha pra em seguida tirar minha blusa me deixando só com a saia toda enrolada na minha cintura… Foi mamando nos meus peitos e passando a mão na minha buceta:
– Fiquei louco por você desde a primeira vez que te vi… Você é a mais bonita e a mais gostosa das esposas entre todos os pastores.
Fui entregando os pontos e toda cheia de tesão pra dar a buceta:
– Vamos lá pra cama pastor… Lá é muito melhor!
E não é que aquele velho também sabia dar uma boa fudida em uma mulher? Walter deitou sobre mim e enfiando seu pau na minha buceta ficou por uns quinze minutos socando: por cima, de ladinho e foi terminar me pegando de quatro me fazendo ter dois orgasmos antes de lambuzar minhas costas com todo seu gozo. Só que dois dias depois, ele voltou na minha casa, deu novamente aquela trepada de quinze a vinte minutos me deixando toda mole sobre a cama. Depois tirou um cochilo de quase duas horas e quando acordou me pegou novamente na cama me beijando na boca e mamando nos meus peitos… De pau novamente duro:
– Fica de quatro que eu quero comer sua bundinha!
– Não Sr. Walter… Isso eu nunca fiz antes!…
– Seja boazinha comigo Letícia… Adoro comer um cuzinho; e você tem uma bunda maravilhosa!
– Mas… Mas… Vai com cuidado Sr. Walter!

O filho-da-puta molhou bastante seu pinto com saliva e ainda debruçou sobre minha bunda cuspindo sobre meu ânus… Quando ele me agarrou por trás e foi empurrando fazendo seu pau duro ir entrando, tive a impressão de que ia ser dividida ao meio. Mesmo berrando feito uma desvairada Walter foi empurrando tudo e ainda ficou socando por vários minutos até gozar feito um cavalo dentro do meu ânus…

Dias depois, quando ele meteu novamente na minha bundinha passei a gostar de também dar o traseiro. Vitor foi crescendo como pastor e passou a me levar em suas viagens: Israel, Canadá e até nos Estados Unidos. Com minha convivência com outros pastores e suas esposas fui descobrindo que muitos gostavam de posarem como santos, mas na realidade eram tão depravados que alguns chegavam a participar de bacanais entre eles… Talvez em outros contos eu venha escrever sobre outras histórias sobre essa minha vida de religiosa e esposa de um pastor.

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